
sinopse, está melhor trabalhado. O quadrinista Joshua Ortega, com passagens pelas principais editoras de quadrinhos dos Estados Unidos, cuidou da história e tentou dar alguma profundidade aos personagens. Mas enquanto o detalhamento do cenário é extremamente bem-vindo e intrigante, a idéia de humanizar os soldados de Marcus Fenix não faz muita diferença - eles são tanques de guerra e é exatamente isso que esperamos deles. Tome como exemplo a criação de um novo personagem, um novato genérico. O texto tenta o tempo todo - seja nas cenas entre fases ou durante as batalhas - nos aproximar dele. Mas quando ele encara um destino ácido (literalmente), não desperta qualquer emoção. Já o que acontece com o samoano truculento Tai, cujo design é excepcionalmente bem feito, é chocante e emblemático.
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